domingo, 14 de dezembro de 2014

LIVRA-NOS DO MAL, AMÉM. Só pretendo mostrar algumas áreas de alcance do mal espiritual, pois quando o apóstolo se referiu ao mundo, o fez em grego, o idioma em que foi escrito...

Uma amiga daqui da net, escreveu um artigo no qual expôs a sua revolta diante da frequente onda de malignidade que todos os dias se pode ver nos noticiários. De maneira objetiva ela relacionou alguns casos que ultimamente tem surpreendido e assombrado a sensibilidade das pessoas de bem.
O título do seu texto é: “A crueldade mora ao lado”. A última frase que ela inseriu foi... Como diz o Datena: "Me ajuda aí”.


O link para leitura completa do artigo dela está no final desta edição.
Diante do que ela argumentou, resolvi responder-lhe da seguinte maneira:

Olá amiga Marli Terezinha!
Quero felicitá-la pelo texto que você postou. Ele está escrito com uma sequencia que se completa e passa exatamente a ideia do que, acredito, você queria passar. Colocou até uma frase do renomado filósofo (Nietzsche)...
Você tem razão em se revoltar contra as atrocidades destes dias; tentarei responder-lhe com todo carinho que você merece.

Sabe, a Bíblia nos alerta pelos escritos de João que:              
“O mundo inteiro jaz no maligno” (IJo 5.19).
Quando o escritor sagrado assim se manifestou, ele mencionou o mundo como o “kósmos” dos helenos ou gregos; pontilhou não só às “polis” gregas ou o mundo conhecido, não se limitou às circunscrições geográficas. João afirmou que o mundo estava morto no maligno! Não quero falar sobre a influência sob a qual o mundo, na concepção de João, está apático, impassível e inerte. Só pretendo mostrar algumas áreas de alcance do mal espiritual, pois quando o apóstolo se referiu ao mundo o fez em grego, o idioma em que foi escrito o Novo Testamento. Assim, compreende-se a abrangência da atuação do mal em todas as áreas do conhecimento, e, embora seja identificado facilmente mais em umas e menos em outras, fica difícil quantificar sua influência até o estouro do vulcão que aparentemente estava hibernando.
A mídia escrita (jornais, revistas, outdoors); audiovisuais (cinema, televisão, internet); as artes cênicas e musicais, além de outras, têm sido frequentemente o foco utilizado pela malignidade para direcionar ou cauterizar a consciência humana. E se as vítimas aceitarem em prosseguir do mesmo modo, sem buscarem a ajuda de Deus, o Pai das luzes, seguirão para perdas trágicas porque:
“Um abismo chama outro abismo” (Salmo 42.7).
Por isso, até as músicas que ouvimos devem ser cuidadosamente escolhidas. Um som sinistro associado a um estado de tristeza ou mágoa profunda (que para especialistas são sintomas que prefiguram a depressão) pode desencadear pensamentos suicidas.
Este entendimento pode ser conferido no site da US National Library of Medicine - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2555420/ que afirma em seu parágrafo 4º: a experiência da música só implica, assim, à percepção de sequencias intencionais organizadas de motor que atua como a causa da informação auditiva temporalmente síncrona. De acordo com o mecanismo de simulação implementado pelo sistema de neurônios-espelho humano. Uma rede é interligada por ouvir determinados sons musicais... Os movimentos em grande escala de notas diferentes para os pequenos movimentos sutis de diversos timbres. Isto permite a correpresentação da experiência musical, emergindo do recrutamento neural compartilhado e temporalmente síncrono de mecanismos do “remetente e do observador” da mensagem musical. Esta representação compartilhada musical tem um potencial semelhante para a comunicação como a linguagem ou uma ação conjunta.
Dessa maneira, entendo que músicas que enaltecem a Deus e reconhecem o sacrifício de Cristo como substituto que assumiu o nosso lugar na cruz, produzem em nossa alma paz, alegria e confiança. Assim sendo, conseguimos a harmonia interior que necessitamos para alcançarmos vitória em todas as áreas da vida! 
“Portanto não vos entristeçais; porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8.10c).
JESUS – o “sumo pastor” das nossas almas, em Seu ministério terreno estando com os seus discípulos, viu e anteviu a grande missão de resgate dos seres humanos. Um dos doze que o seguiam, cujo nome era Mateus, explicitou a ocasião da seguinte maneira:
“E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara” (Mateus 9.35-38).
O ser humano natural é como uma “ovelha sem pastor” que busca incessantemente a felicidade e não a encontra. O que encontra são apenas flashes momentâneos que traduzem uma pequeníssima amostra grátis que, às vezes, nem remedeia o estado doentio do(a) filho(a) desgarrado(a) pois, oferecem-lhe tão somente “placebo”.
Enquanto certos homens tidos como sábios são adeptos da teoria do caos em suas elocuções: “O mal  pode ser vencido por outro mal” (Jean-Paul Sartre)... Os ensinamentos amorosos de Jesus, o Mestre dos mestres, continuam a ecoar através dos séculos e chegam até nós com veracidade comprovada:
“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (João 10.10,11).
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11.28-30).
 “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mateus 18.18).
O apóstolo Paulo, um dos mais cultos entre os seguidores dos ensinos de Cristo, (instruído na cultura grega, hebraica e romana) concluiu que o pecado, que nada mais é senão a inobservância aos preceitos divinos, era a causa do avanço da malignidade e poderia até levar à morte. No entanto, aquele homem, conhecido como o apóstolo dos gentios, porque estendeu a difusão do Evangelho de Cristo para além das paragens judaicas, afirmou categoricamente que a glória, a supremacia e o triunfo estavam no amor.
“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo” (ICo 15.55-57).
É verdade! Jesus nos proporciona condições de sermos bem sucedidos, isto não significa estarmos em ótima situação econômica. Significa sim, estar em harmonia espiritual com Deus o criador de todas as coisas, estar em paz com os nossos semelhantes e em consonância com a graça de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Para darmos amor, precisamos tê-lo dentro do nosso próprio coração!
Só depende de nós: continuar sofrer as mazelas do mundo ou abrir a porta do coração para Jesus.
“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3.20).

Que Deus nos abençoe!    
          
               Abraços, Renato Moura.


Para ler “A crueldade mora ao lado” CLIQUE AQUI

Um comentário:

  1. Olá Pastor Renato, li seu comentário em meu blog com muito carinho e fiquei um pouco mais em paz comigo mesma.
    Aí, ao vir aqui em seu espaço me deparo com sua demonstração de humildade em colocar meu pobre texto em seu blog. Eu tenho me feito várias perguntas, fico na espera de respostas e algumas vieram com sua amável e dedicada postagem. Obrigada ! Tenha um dia abençoado!

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